É Pará isso!

21/03/2009

Hoje de manhã, no estádio do Souza, o jogo Ananindeua x Time Negra começou com 23 minutos de atraso. O árbitro Cláudio França se recusou a dar o apito inicial quando constatou que não havia linhas marcando os limites das áreas dos dois lados. Foi preciso chamar um funcionário da Tuna para preparar o cal e fazer a marcação às pressas. Não ficou lá essas coisas, mas deu para diferenciar onde se apitaria falta e onde se apitaria pênalti. Só não deu pra esperar uma meia lua em cada área ou mesmo um círculo central.

 

O jogo até que foi bom: o Time Negra venceu de virada por 3×2.

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Chuteira furada no calo dos outros é refresco

18/03/2009

Na semana passada, Travinha insinuou que o atacante Albertinho poderia ter feito corpo mole para enfrentar o Remo. Entretanto, o próprio jogador provou no fim de semana que a história do calo no pé não era cascata. Fez um gol em cima do Paysandu e confessou, após o jogo, que só conseguiu entrar em campo porque cortou a parte de trás da chuteira direita. Assim, o calo no calcanhar incomodaria menos. A história curiosa ganhou espaço inclusive na edição nacional do Globo Esporte. E é por isso que o blog faz um mea culpa e parabeniza Albertinho pela criatividade.

 

Mas não custa nada perguntar: por que ele não usou a chuteira furada no jogo contra o Remo?