Pra lá de Istambul

fabricio

O presidente Amaro Klautau e o diretor de futebol Lucival Alencar negam o interesse do Remo no meio-campo Fabrício. Mas uma coisa é fato: a inércia na negociação entre o Paysandu e o Bursaspor, da Turquia, tem alimentado os boatos de que o jovem meio-campo de 22 anos atravessaria a Almirante Barroso.

 

Os cartolas do Papão alegam que a maior dificuldade para acertar o empréstimo de Fabrício era linguística. Segundo o diretor de futebol, Clodomir Araújo, nenhum representante do clube turco falava inglês ou espanhol. É meio duro de acreditar, mas sabe-se que o diálogo foi mesmo emperrado pela língua do dinheiro. O Paysandu queria Fabrício de volta sem pagar nada. O Bursaspor exigia dinheiro. Fala-se em 10 a 30 mil dólares, um valor pequeno para um jogador com o talento de Fabrício.

 

Como não houve consenso em relação ao pagamento do empréstimo, o meio-campo já aguarda ordem de passagem para retornar à Turquia. A viagem para o Pará, que serviria para afinar as negociações que apenas se especulavam, no final das contas só serviu para que o jogador revisse os parentes em Belém e Tomé Açu.

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